É público e notório que o Brasil é um país miscigenado e rico com a contribuição cultural dos diversos povos.notório que o Brasil é um país miscigenado e rico com a contribuição cultural dos diversos povos. Segundo a Constituição Federal, “somos todos iguais perante a lei sem distinção de qualquer natureza [...] (art.5º caput)”, mas classificar as pessoas socialmente é uma questão cultural, aprendida arbitrária e socialmente construída ao longo dos tempos.
Pois a cor e a raça dos negros sempre foram associadas à escravidão, a trabalhos braçais a pessoas sem capacidade de desenvolver conhecimentos.
E com isso o racismo e a discriminação foram se desenvolvendo ao longo dos tempos, no qual se torna claro nas atitudes preconceituosas que se passam em nosso dia- a- dia. São formas camufladas de dizer que o preconceito não existe que ficou para trás, no passado.
Mas quem nunca se pegou fazendo uma piadinha pejorativa em relação à cor de alguém? No momento achamos ate engraçado uma piadinha inofensiva. No entanto para quem escuta não soa tão engraçada assim.
Muitas vezes ouvimos as pessoas dizerem “que o próprio negro é preconceituoso” Ora como se aceitar se tudo que ouvimos a respeito são palavras depreciativas, se dificilmente os valorizamos por seus feios grandiosos para a formação do povo brasileiro?
È preciso encarar o racismo e a discriminação de frente, pois eles estão entranhados na sociedade como um processo de desvantagens para o grupo negro. Sendo muito difícil em pleno século XXI abordar as questões raciais na sociedade brasileira, ainda é um incomodo para muitas pessoas se reconhecer racistas.
Cabendo a nós uma reflexão como forma de almejar reduzir os preconceitos e a imagem negativa existentes em relação à população negra na sociedade brasileira. “Precisamos recontar a História do Brasil. Tornar visível, tirar do ostracismo aqueles que têm a sua participação na construção da Nação Brasileira e de sua história subvertida e / ou silenciada”.( JOSE BARBOSA da Silva Filho, 2010, p. 37 )
Todos têm o direito de viver as diferenças respeitando sua própria cultura e suas características pessoais sem discriminação.